Está a decorrer a 8ª edição do Concurso Nacional de Leitura.
Estamos na primeira fase, onde cada escola escolhe os alunos que vão
disputar a fase distrital. A nossa Escola irá fazer a seleção dos alunos
através de uma prova, tendo como ponto de partida a leitura de uma obra.
A obra selecionada
pela equipa da BE é o PRINCIPEZINHO DE SAINT-EXUPÉRY.
Livro do Plano Nacional de Leitura recomendado no programa de português do 6º ano de escolaridade, destinado
a leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade III. SINOPSE:
Antoine de Saint-Exupéry publicou pela primeira vez «O Principezinho» em 1943,
quando recuperava de ferimentos de guerra em Nova Iorque, um ano antes do seu
avião Lockheed P-38 ter sido dado como desaparecido sobre o Mar Mediterrâneo,
durante uma missão de reconhecimento. Mais de meio século depois, a sua fábula
sobre o amor e a solidão não perdeu nenhuma da sua força, muito pelo contrário:
este livro que se transformou numa das obras mais amadas e admiradas do nosso
tempo, é na verdade de alcance intemporal, podendo ser inspirador para leitores
de todas as idades e de todas as culturas.
O narrador da obra é um piloto com um avião avariado no deserto do Sahara, que,
tenta desesperadamente, reparar os danos causados no seu aparelho. Um belo dia
os seus esforços são interrompidos devido à aparição de um pequeno príncipe,
que lhe pede que desenhe uma ovelha. Perante um domínio tão misterioso, o
piloto não se atreveu a desobedecer e, por muito absurdo que pareça - a mais de
mil milhas das próximas regiões habitadas e correndo perigo de vida - pegou num
pedaço de papel e numa caneta e fez o que o principezinho tinha pedido. E assim
tem início um diálogo que expande a imaginação do narrador para todo o género
de infantis e surpreendentes direções. «O Principezinho» conta a sua viagem de
planeta em planeta, cada um sendo um pequeno mundo povoado com um único adulto.
Esta maravilhosa sequência criativa evoca não apenas os grandes contos de fadas
de todos os tempos, como também o extravagante «Cidades Invisíveis» de Ítalo
Calvino. Uma história terna que apresenta uma exposição sentida sobre a
tristeza e a solidão, dotada de uma filosofia ansiosa e poética, que revela
algumas reflexões sobre o que de facto são os valores da vida.
PARTICIPA!
Só tens que preencheres a ficha de inscrição e entregá-la na
biblioteca.
Nos dias 21 e 22 de novembro, os meninos do Jardim de
Infância João
Duarte, visitaram e participaram nas atividades da semana da ciência. Foi muito
divertido e eles gostaram muito.
Muitos professores, aproveitando as atividades difundidas
ao longo da semana ciência, visitaram o espaço da biblioteca para
contactar com as experiências que são realizadas pelos colegas do departamento
de Matemática e Ciências Experimentais e até por eles mesmo realizadas. Os alunos experimentaram como a Ciência pode ser divertida,
realizando uma série de experiências com a orientação dos responsáveis (prof. Ana
Ribeirinho, prof. Cristina, prof. Fernando Bravo, prof. Gracinda e elementos da equipa da biblioteca)
Foi uma semana intensa, muito
invadida e entusiasta, mas de muito interesse para todos os que nela participaram.
No
dia 20 de novembro, recebemos na biblioteca da Fogaça, o escritor Pedro
Seromenho. Este jovem escritor tem um percurso cómico: licenciou-se em
economia, mas sentia que não era feliz a fazer o que fazia. Um dia, decidiu
dedicar-se a fazer o que realmente gostava: a escrita e a ilustração. Tem passado
por muitas escolas, bibliotecas pelo país, criou o seu projeto editorial A Paleta de Letras. O seu
exemplo de vida mostra-nos que nem tudo é fácil e que é preciso persistência
para conquistarmos os nossos sonhos.
Foi
uma sessão deliciosa, informal e descontraída, onde se falou de livros. Estes
servem, sobretudo, para termos prazer e para nos divertirmos. Mas também para
sonhar e viajar. E foi o que aconteceu. Falou um pouco das histórias dos seus
livros e falou-nos também da sua outra grande paixão que é ilustrar. Era um
sonho de criança “ Quando for grande, quero ser pinteiro!”- dizia, mas que não
se concretizou de imediato.
Como
os livros mais mágicos nascem de ideias simples contou-nos a sua mais recente obra,
“A Fuga da Ervilha”.
Promoveu momentos lúdicos, interagindo com os
alunos num jogo de perguntas e respostas e levando-os a descobrir alguns dos
seus segredos da arte de ilustrar. À medida que pintava uma tela lembrou
que nada se faz só com inspiração e que é preciso muito esforço e dedicação
para alcançarmos os nossos sonhos.
Terminando este encontro os alunos ofereceram ao ilustrador um “livro”
com desenhos alusivos à história como forma de agradecimento pela sua presença
no nosso Agrupamento.
No dia 19 de novembro, no âmbito da semana da ciência, a biblioteca Gonçalo Nunes teve o prazer de receber o escritor Júlio Borges que nos brindou com a apresentação do livro “O País sem Números”, após experimentar e manipular o material em exposição.
Após a euforia da sessão de posters autografados pelo presidente António Fiusa e pelos seis jogadores do plantel
Gilista: César Peixoto, Vítor Gonçalves, Adriano Facchini, Gabriel, Diogo Viana
e Daniel, as descobertas científicas fizeram-se notar após ter sido lançado o
desafio aos jogadores em deslocarem-se à biblioteca, visitarem a exposição apresentada
e experimentarem uma experiência. O resultado esteve à vista e o lema
"Observar, Investigar e Experimentar" foi posto à prova e demonstraram
que o futebol não é a única ciência que dominam, com exibições seguras na
utilização de materiais/utensílios científicos.
É com enorme satisfação, que a equipa da biblioteca, divulga a abertura desta semana mostrando toda a oferta de atividades e trabalhos que poderão experimentar e observar, bem como o serviço que prestamos neste espaço aos nossos utilizadores.